A humanidade pode ter um passado mais
remoto e complexo do que se imagina.


Levando em consideração os Vedas e outras antigas mitologias, além de evidências arqueológicas, culturais e até fisiológicas, é possível considerar a hipótese de que o ser humano não surgiu na Terra, mas vem de outro planeta ou de outro sistema solar.

Alguns autores de ficção científica já se debruçaram sobre o assunto da “colônia perdida”, mas, até onde sei, costumam ser colônias originalmente estabelecidas por terráqueos em outros sistemas solares. Mas e se for ao contrário?

A população humana da Terra pode ser o que sobrou de uma colônia interplanetária, originária de outro lugar, que por algum erro, acidente, ou evento catastrófico, deu errado. E os sobreviventes tiveram que recomeçar do zero.

É até possível que essa colônia não tenha se limitado à Terra, e que tenha incluído Marte e várias luas de Júpiter, Saturno, Urano e Netuno. Pra não falar do planeta que tinha sua órbita entre Marte e Júpiter e “se desfez” no Cinturão de Asteróides.

Essa civilização interplanetária pode ter durado séculos, milênios. E, pelas evidências de destruição em larga escala que podem ser encontradas em alguns corpos celestes do nosso sistema solar — incluindo Marte, Vênus, a Terra e sua Lua, o próprio Cinturão de Asteróides —, pode ter tido seu fim precipitado por um evento cataclísmico que afetou todo o sistema.

Se humanos sobreviveram e sobrevivem em outros lugares do nosso sistema solar, não se sabe. De acordo com a “ciência oficial”, não. Considerando as evidências disponíveis até agora, em todo o sistema Sol, só sobraram humanos aqui na Terra mesmo.

Se a queda dessa civilização interplanetária se deu num breve evento cataclísmico ou ao longo de décadas e séculos de lenta decadência, ainda não sabemos.

É plausível considerar que populações acabaram ficando isoladas umas das outras, e à medida em que iam achando maneiras de sobreviver, cada população em um canto do planeta criou sua própria cultura, ao longo de gerações. Cada uma a sua maneira, essas populações desenvolveram profundas relações com a terra, as plantas, os animais e as energias espirituais do planeta, pela própria necessidade de sobrevivência. E transformaram o que um dia havido registro histórico em mitos e lendas.

Uma pequena minoria pode ter conseguido manter um pouco dos conhecimentos científicos e da antiga tecnologia avançada, e ter se isolado das outras populações humanas, esperando com isso proteger o segredo de seus restos de poder.

Mesmo que relatos históricos sejam objetivamente fiéis aos acontecimentos (raridades), com o passar do tempo podem vir a ser compreendidos de maneira distorcida e/ou incompleta por alguém que esteja distante temporalmente dos fatos ocorridos e dos contextos de cada época. Mitos e lendas?

Portanto, mesmo que as primeiras gerações de todas as populações sobreviventes na Terra tivessem pleno conhecimento da complexa civilização interplanetária que havia desaparecido, a tendência ao longo dos séculos é de que esse conhecimento vá se degradando nas gerações seguintes, quanto mais em condições de vida difíceis como devem ter sido.

Enquanto o tempo passava, a compreensão do passado ficava cada vez mais confusa, e uma minoria que tivesse preservado para si a tecnologia avançada passou a ser vista como “deuses” pelo resto da população humana do planeta.

Aí começa a “História Antiga” (Suméria, Mesopotâmia, Egito, etc.) aceita pelo mainstream científico. De lá pra cá, mais distorção e mistificação se acumularam.

É uma hipótese…